Então eu me pego naquelas vontades de malucas, de ficar abraçada a noite inteira, de fazer amor durante a chuva, de deitar na areia e ver as ondas quebrarem na rocha. Desejo de carinho, de amor. De rir o tempo todo, e correr atrás de passarinhos, de ser idiota. De fazer anjos de neve. De beijinhos no pescoço e abraços roubados. De segurar o dedinho. De ver filmes idiotas, de tirar fotos sem noção. Fazer guerra de travesseiros e origamis sob a cama. De fumar, de sair pra dançar. Vontade ser, estar, pertencer.
Denovo.
