Infantilidades românticas.

Ela sente ciúmes de tudo, até dos meninos que eu acho bonitinhos na rua e não há nada mais adorável que isso. Nós levamos uma hora a mais no telefone com "desliga você, amor", e eu realmente falo "eu amo você mais" quando ela fala que me ama, e não me acho nem um pouco idiota. Eu escrevo cartas quase todos os dias tendo ela como destinatário, e sempre que alguma coisa boa acontece o nome dela é o primeiro que eu penso. Eu pareço uma garotinha de 14 anos pela primeira vez apaixonada.
As vezes a noite, eu me sento na varanda e fico olhando os aviões pousarem ao longe e fico imaginando o dia que ela vai voltar pra mim, eu olho vestidos e apartamentos e tudo parece tão real que é quase utópico. Eu repito constantemente a palavra beleza e amor quando precisa se descrever Luyza... Porque é isso que ela é, bela, e não só por fora, mas principalmente por dentro. Ela é, by far, a pessoa mais bela que eu já conheci em toda a minha vida. A mais doce, a mais carinhosa, a mais fofa, a que eu mais quero pra mim. É real, é mais real que a tatuagem gravada no meu pulso, é mais verdadeiro que o notebook no qual eu escrevo agora. Porque no final das contas, de alguma forma, desde que a conheci, tudo de belo que vejo é ela e pra ela.


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